exige das empresas agilidade nas decisões, estruturas enxutas, gestão paranóica de custos, profissionais generalistas e terceirização das atividades-meio.
O engessamento da legislação trabalhista, a excessiva burocracia e a escorchante carga tributária encarecem a atividade empresarial, inibem novos investimentos produtivos e inviabilizam a retomada do crescimento econômico, através da geração de novos postos de trabalho nas grandes corporações.
Diante dessa realidade, é inevitável a flexibilidade das relações de trabalho e a percepção de que o novo profissional deve encarar a era do fim do emprego e passar a exercitar o senso da empregabilidade, pois somente a criação de novos pequenos negócios poderá ser uma eficaz saída para estancar a extraordinária marca de 1 bilhão de desempregados no mundo.
O capital de risco é uma ferramenta que facilita o processo de criação e desenvolvimento das pequenas empresas, provocando a era do EU S.A a Revolução do Espírito Empreendedor. |